quarta-feira, 26 de julho de 2017

Vereadora Gil reivindica um "Ponto de Comercialização" para o artesanato local

 
Feira territorial de Economia Solidária/ Orla de Pirambu/2015
Um sonho dos artesãos do município de Pirambu foi indicado no dia  27 de Junho pela vereadora Gilvânia Rocha ( PSC).

 Se aprovado pelo prefeito Élio Martins, o Ponto de Comercialização do Artesanato será da mais alta relevância a valorização da identidade territorial do município de Pirambu.

  Com cerca de 9 mil habitantes, Pirambu, nome originado de um peixe, é a cidade onde se produz o artesanalmente e utensílios domésticos feito com a palha do Ouricuri. É no povoado Alagamar que encontramos a grande  produção desse artesanato. 

De acordo com a pesquisadora Taiana Gonzaga" Esse tipo de arte é passado ás novas gerações e dita as relações sociais que territorializam o lugar e reproduzem um modo de vida que reflete o oficio de ser artesão. O lugar é envolvido pelas fases de produção e comercialização do artesanato, que ditam o cotidiano e reproduzem os costumes da comunidade" Conclui.

Em média, os preços dos produtos artesanais variam de R$ 20,00 a 250,00. A artesã Maria da Conceição explica a forma de trabalho que acontece diariamente: "podemos trabalhar só com a palha, ou só com o linho ou com os dois juntos. Produzimos bolsas, carteiras, cestos e caixas para presentes" afirma. 
A artesã nos conta que geralmente expõem suas produções nas feiras livres que ocorre na cidade ou em amostras que acontecem em eventos estaduais, mas o maior número de vendas ocorre por encomendas, e se tivesse um ponto certo de comercialização no município, de certo, não precisariam expor suas mercadorias na capital. 


 "O artesanato representa a fonte única de renda da minha família". Afirma.

Atualmente o artesanato tem grande significado principalmente na geração de emprego e renda para seus produtores, que na maioria das vezes são mulheres que formam pequenos grupos familiares, associados ou cooperados.

A profissão de artesão está regulamentada com a publicação da Lei 13.180, que estabelece diretrizes para as políticas públicas de fomento à profissão, institui a carteira profissional para a categoria e autoriza o poder Executivo a dar apoio profissional aos artesãos.
  
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Jéssica Feitoza

BRASIL: população envelhecendo

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Jessica Feitoza

Segundo pesquisa do instituto Brasileiro de Geografia e estatísticas (IBGE) realizado pelo censo de 2004, a população Brasileira está passando por um processo de envelhecimento. Os dados apontam um número de 1,8 milhões de pessoas com 80 anos ou mais, e a previsão dessa pesquisa é que esse índice tende a alcançar 13,7 milhões até 2050. 
Esse envelhecimento gera um grande problema a economia de um país principalmente uma nação de economia fraca e emergente como é o caso do Brasil, que tem que relativizar o número de aposentados em relação aqueles em atividade.               

Não é difícil assimilar esse problema ao contexto histórico do nosso país, eis alguns fatores que contribuíram para tal acontecimento: MORTALIDADE INFANTIL (ocasionada principalmente pela ausência do pré-natal em épocas passadas) INGRESSÃO DA MULHER NO MERCADO DE TRABALHO (período entre guerras) POPULARIZAÇÃO DOS MÉTODOS ANTICONCEPCIONAIS E PRINCIPALMENTE CAMPANHAS ANTI-NATALISTA. (após a segunda guerra no Governo Vargas  até a década de 90).

Nos países nórdicos como os europeus, esse fator é constante, mas o governo consegue equilibrar, pois sua economia é estável, no entanto, o Brasil parece está vivendo décadas perdidas, depois de tantos investimentos do governo (desde os anos 50 até a década de 90 com as políticas anti-natalista) ele agora se viu com sua proposta cumprida, ou seja, caiu acentuadamente o número de fecundidade como ele havia planejado, mas o que ele não imaginava era que a economia iria oscilar tanto a ponto de solidificar ou se seja, a população economicamente ativa daqui a alguns anos irá se igualar com a população idosa.

Tentado rever essa complicada situação,o Governo Lula  influenciou de maneira parcial, porém evidente a campanha natalista maximizando o programa Bolsa Familia.  Só resta saber se as novas gerações irão optar por ficar em casa cuidando de bebes, ao invés de ingressar no mercado de trabalho.








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